| Copa
“Pelo jeito, a bela torcedora da edição passada é mesmo pé-quente. Nossa seleção vai indo bem, mas será que fatura o sexto caneco?” Carlos Alberto Lovani, Itajaí, SC.
“O repórter que fez a matéria sobre aquela louraça se chama Obdúlio Varela Jr. Por acaso tem algum parentesco com outro carrasco uruguaio do mesmo nome, que nos derrotou na copa de 50?” Silvestre Bonutto, São Paulo, SP.
É neto do homem, mas no fundo é bom sujeito e bom repórter.
“Depois de admirar a foto daquela gracinha de torcedora na última edição, nem ligo se a gente perder a copa.” Ademir Menezes Rimet, Rio de Janeiro.
“Meu pai era garoto e viu a final da copa de 50, junto com 200 mil pessoas no Maracanã, na pior derrota do nosso futebol. Até hoje ele não se recuperou do trauma e acha que agora as coisas não andam boas para nós. Torço para que ele esteja enganado.” Clayton Robledo Alvim, Porto Alegre, RS.
Cinema
Não entendo como um veículo tão liberal como o Sacolão abriga em seu elenco alguém tão antigo, preconceituoso e virulento como o crítico de cinema Jean-François Silva. O homem não é só antiamericano ortodoxo, mas stalinista, coisa tão velha e fora de moda como os textos que escreve. Bradford Lima e Souza, Marabá, PA.
Acho que o crítico de cinema de vocês ultrapassou na coluna da edição passada todos os limites do equilíbrio e bom senso. Será que ele é único que não percebe que já não há mais ambiente para tantos preconceitos? Sinval Almeida, Aracaju, SE.
Parabéns ao Jean-François Silva, que em seu texto da edição 113 esgotou o assunto sobre esportes no cinema. Vi um dos filmes que ele cita, “Pindjal”, que de fato é uma obra-prima. Ele sabe mesmo das coisas, além de ser muito culto e independente. Yuri Voroshilovitch Petrov, Nilópolis, RJ.
Balas
A história que a Vovó Santinha contou sobre as balas Ruth (edição 113) trouxe de volta para mim velhas e saudosas lembranças que eu julgava há muito sepultadas. Tudo o que contou faz parte da minha adolescência. Ela me fez até chorar. Claudionor Assunção, Petrópolis, RJ. |