Crime e políticos

Morreu o dentista Armindo Castanheira, que em 1997 se envolveu no rumoroso assassinato do milionário Wolf Wassermelone Bergdorff, cuja mulher, Hanelore, de 32 anos, herdou R$ 140 milhões. Castanheira garantiu que a arcada dentária não era de Bergdorf, mas do motorista Tadeu Jean da Silva, o que foi desmentido em seguida. Um mês depois se casou com a viúva.

Casou Hanelore Kitzein Bergdorff com o motorista da família, Tadeu Jean da Silva, acusado de cúmplice na morte do milionário pelo dentista Armindo Castanheira, mas acabou inocentado.

Acusado de formação de quadrilha, apropriação indébita e corrupção passiva Jovino Gomes, zelador do gabinete do deputado federal Mauro Lins Odidros, que afirmou saber há tempos dos golpes de seu funcionário, mas não o denunciou por piedade.

Desmentiu as acusações do deputado federal Mauro Lins Odidros o zelador Jovino Gomes, que disse ao promotor: “Troço de louco, doutor, não sou de quadrilha nenhuma, sou pessoa de bem. Se o doutor quiser conto umas coisas esquisitas que aconteciam lá no gabinete”.

Preso, sob acusação de formação de quadrilha, apropriação indébita, corrupção passiva e oito outros crimes o deputado federal Mauro Lins Odidros.

Desapareceu o deputado federal Mauro Lins Odidros, que fugiu da sala onde prestaria depoimento sobre acusação de corrupção. O policial Otávio Gilla, que vigiava o deputado, disse que o preso pediu para ir ao banheiro e não mais voltou.

Capturado o deputado Odidros, que ao contrário do que foi divulgado não fugiu do prédio onde estava detido. Uma busca localizou-o preso no banheiro, pois a porta estava emperrada.