| Sósia
do Bush
Parabéns
pela reportagem exclusiva da edição passada, sobre
o pobre dublê do ex-presidente Bush, hoje amargando ostracismo,
doença e pobreza. A foto dele com cara perplexa, dentes
faltando, seria um merecido castigo pelo que fez, não fosse
a questão humanitária. Paulo Ernesto Cheney,
João Pessoa, PB.
Desconfio
que vocês publicaram a foto errada na matéria sobre
o sósia de Bush. Aquele é o verdadeiro George W.
Bush, como está hoje, após os crimes que praticou
contra a humanidade. William Clintom, Brusque,
SC.
Roqueiro
“civilizado”
Vou
recomendar ao meu vizinho que leia a história do roqueiro
que decidiu só tocar música civilizada, segundo
a história da edição passada. O louco do
andar de cima passa o dia inteiro tentando “domar”
a infernal guitarra dele, numa barulheira dos diabos que atormenta
todo o bairro. Quem sabe ele não siga o exemplo e, envergonhado,
quebre o instrumento em mil pedaços. Cleber Haydn
de Souza, Juiz de Fora, MG.
Quem
tem razão é o ex-amigo do roqueiro da matéria
do número passado, que acha que ele é um nerd
em seguir o conselho da namorada. Imagine um cara com o talento
do Tony Silver desbundar desse jeito, abandonar o rock e passar
a tocar música “civilizada”. Civilizada pra
quem, pro público dinossauro, que já passou dos
30 anos? Bill “Jagger” Morais, Rio
de Janeiro.
A
reportagem sobre o roqueiro “civilizado” é
bem a cabeça de vocês aí do Sacolão,
que há anos mostram desprezo pelo rock e seus astros. Pensando
bem, vocês devem ouvir o dia inteiro valsas e chorinhos,
não? Bob Lima, São Paulo.
Longe
disso, Bob. Primeiro, o trabalho aqui na redação
não deixa tempo para ouvir música. Depois, é
injusta a sua acusação. Também somos fãs
de rock, de grandes astros como Bill Haley e Seus Cometas, Ronnie
Cord e Neil Sedaka.
A
namorada diz na reportagem que conseguiu salvar o Tony Silver
dos horrores e da mediocridade do rock. Como pianista aposto que
a música que ela toca é aquela que dá enjoo
de tão chata e “civilizada”. David
Garcia, Belo Horizonte.
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