| Brasília
Tenho acompanhado
atentamente a firme posição do SacolãoBrasil
no combate à corrupção no Congresso, o que
considero iniciativa das mais louváveis. Permito-me oferecer
a vocês uma sugestão: que tal dar notas de zero a
dez aos mais e menos corruptos? Seria a maneira mais didática
de deixar o leitor-eleitor ciente de quem é quem nos meandros
de Brasília e orientação para as eleições
do ano que vem. Servílio Gomes, Taubaté,
SP.
Agradecemos
o elogio, Servílio, quanto às notas, levando-se
em conta o baixo nível moral da maioria dos parlamentares,
as notas positivas não iriam além de 2. Isso, na
melhor das hipóteses.
Na semana
passada, passei parte da minha lua de mel em Brasília,
um velho desejo da minha mulher. Achei tudo muito bonito, espaçoso
e organizado. Mas, graças ao clima de corrupção
reinante por lá, eu andava pelas ruas prevenido, com uma
mão no bolso e a outra segurando a carteira. Nunca se sabe,
não é?
Itagiba Pereira, Salvador, BA.
Nunca
se sabe mesmo, Itagiba.
Tatuado
Que estranha
figura o tal de Ivanir Daversa, o cara mais tatuado do mundo,
que vocês entrevistaram no último Sacolão.
Ele só pode ter um parafuso a menos (ou muitos), para tornar
o rosto e o corpo um cemitério de mulheres perdidas. Deve
ser falta do que fazer. Carlos Alberto Marinho,
Maringá, PR.
Um mulherengo
(ou louco) como o Daversa, que faz tatuagens à medida que
vai perdendo suas conquistas, é um caso típico de
autoflagelação. Sem falar de outras taras escondidas,
que só os psicanalistas podem explicar. Heitor
Blinger, Blumenau, SC.
Há
gosto para tudo. Mas, como mulher de razoável bom senso,
jamais me interessaria por um homem como o tal tatuado, que além
de ter um ego gigantesco, é uma caricatura ambulante e
chocante. Mirna Alvim, Rio de Janeiro.
Escritora
Espero sinceramente
que a escritora Ema Bovary Lins (edição 104) alcance
muito sucesso em sua nova carreira, o que não conseguiu
até agora, escrevendo, como ela confessa, livros-cabeça
pretensiosos. Como escritora e principalmente ávida leitora,
acho que a maioria dos nossos escritores são grandes chatos.
Poliana Coutinho, Vitória, ES.
Muito estranho
a escritora Ema Bovary Lins atacar a literatura brasileira atual
e por isso garantir que vai mudar e só escrever livros
acessíveis e populares. Se ela fracassou antes, com os
tais livros-cabeça, quem garante que fará sucesso
com os livros-sem cabeça? Mariana Telles,
Belo Horizonte, MG.
Televisão
Parabéns
ao Edinho Silva, que na sua coluna na última edição
deu um furo e esclareceu de uma vez por todas o que há
por trás da guerra entre emissoras: dinheiro e sujeira.
Celso Freitas Júnior, Penápolis,
SP.
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