| Promoções
enganosas
No meu entender,
o tal rapper Bad Aple deveria ser preso e processado por causar
tumulto ao fingir que roubava seus DVDs de uma loja no shopping,
como mostrou a reportagem na edição passada. Está
na cara que foi uma jogada dele e do dono da loja para se promoverem.
Se a coisa der certo, será por algum tempo apenas. Quem
é bom e talentoso na profissão não precisa
desses expedientes. Gilberto Gil Gouveia, Salvador,BA.
Quem é
esse tal de Bad Apple, de quem nunca ouvi falar? Ele deve ser
muito ruim, para inventar uma besteira como essa para se promover.
Francisco Buarque de Iolanda, Rio de Janeiro.
O tal diretor
de filmes de terror, Jordão Carpino, anda pelas ruas de
São Paulo assustando pessoas com seus “banhos de
sangue”, lamentável expediente para se promover.
A reportagem sobre ele no Sacolão 98 é
um exemplo triste de uma terra sem lei como a nossa. Em um país
civilizado, ele já estaria atrás das grades há
muito tempo. José Coffin Grave, São
Paulo.
A julgar
pelos filmes do tal Jordão Carpino (“Banho de sangue
assusta moradores na Vila dos Eucaliptos, na edição
anterior), não há promoção, por mais
absurda e de mau gosto que seja, que terá sucesso. Vi um
filme dele, chamado “A Donzela Que Chorava Sangue”,
que é um horror, de tão ruim. Saí do cinema
na terceira cena. Mas o grande público é bobo mesmo,
e sempre cai nessas armadilhas. Ernesto Hemingway Gomes,
Porto Alegre, RS.
Tristes
memórias
Que história
triste a Vovó Santinha contou na sua coluna na edição
passada. A moça que sonhava em ser modelo famosa e foi
impedida pela intolerância do pai e do namorado me cortou
o coração. Esse tipo de gente, nunca morre, está
sempre destruindo os sonhos dos outros. Tatiane Jolly,
Blumenau, SC.
Fiquei emocionada
e indignada com o caso narrado pela Vovó Santinha, sobre
a modelo que teve seu sonho e sua carreira interrompidos pela
família. A ignorância e a brutalidade são
destruidoras, não é mesmo? Gisele Bandechen,
Paris, França.
Jean-François
A posição
política e as opiniões exaradas pelo crítico
de cinema de vocês estão entre as coisas mais “idade
média” que já conheci na nossa mídia.
O homem é um troglodita e, pior, refinado imbecil. Está
certo que o papel (ou melhor, agora a internet) aceita tudo, mas
ele está abusando. Sérgio Augusto Pinho,
Rio de Janeiro.
Nasci com
um chocalho “made in usa” na mão,
e quando cresci aprendi a me deliciar com Fred Astaire, Ginger
Rogers, Busby Berkeley, Cary Grant, Vera Hruba Ralston, Rod Cameron,
Clyde Beatty, Bela Lugosi e muitos outros. Esse comuna do Jean-François
Silva precisa crescer e descobrir que a União Soviética
e o “partidão” acabaram faz tempo. Rui
Castro, Rio de Janeiro.
O tal Jean-François
Silva não cansa de me irritar e muitas vezes me deixar
indignado com seu doentio antiamericanismo. Sua coluna na edição
passada é exemplo disso. Deixar de acompanhar a festa do
Oscar em Los Angeles, para ser jurado num festival de filmes obscuros,
e certamente chatos, é bom exemplo da cabeça dele.
Por que o Sacolão o mantém na equipe?
Será para causar controvérsia? Lenine Maiakovski
Sobrinho, Teresina, PI
Entre
outras coisas, Lenine, pela controvérsia. A outra é
que ele é genro do nosso diretor.
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