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Entre os flagelos
do novo ano, violência,
políticos e dinheiro curto

Para
ele, violência e políticos são as maiores
ameaças
Por Valdevino Sousa
Editor do Nossa Mente
As coisas vão ficar pretas para quase todo mundo neste
ano que começa, garante o vidente e mentalista paquistanês
Barama Oback, que visita o Brasil para uma série de palestras
e demonstrações sobre o poder ilimitado da mente.
Ele veio também convidado por uma construtora para o lançamento
de um projeto imobiliário na zona oeste de Belo Horizonte.
Com seus poderes sobrenaturais voltados para os brasileiros, ele
antevê que as grandes ameaças serão a violência,
os políticos e a crise econômica, que vai piorar
no segundo semestre.
“Para
começar”, ele adverte, “com a falta de dinheiro,
estou antevendo muitos pais atacando o cofrinho da poupança
dos filhos”.
Entre
as coisas não tão pretas, mas que vão continuar
atormentando, e muito, a vida dos brasileiros, Oback destaca o
rock e seus roqueiros, a televisão (aberta ou a cabo, a
primeira com os big brothers e big sisters, a segunda com as terríveis
reprises e dublagens de filmes), os shows musicais ao ar livre,
os rappers e as duplas caipiras em geral.
“Mas
esses, embora não tão inofensivos, são mais
aborrecimentos que ameaças”.
Porém, como em toda crise, alguns vão sofrer bem
menos: “Se você é político, lobista,
traficante ou jogador de futebol famoso a crise não vai
ser tão ruim”, garante
Oback
explica que, novamente, os desastres da natureza, como furacões,
terremotos, maremotos, tsunamis e festivais de cinema de arte,
ficarão em segundo plano, comparados à devastação
que os políticos farão mais uma vez. Segundo ele,
quase tão grande como a devastação da Amazônia.
E pessoas famosas, entre elas astros do cinema, vão morrer
e chocar os fãs do mundo inteiro este ano.
As
selvas
“Políticos
são incansáveis, insaciáveis e intocáveis”,
afirma o vidente. “Para cada raro político que
perde o mandato, é cassado ou vai para a prisão,
centenas de outros tomam seu lugar, infelizmente eleitos pelo
povo. E já chegam com uma fome danada por dinheiro, negociata
e riqueza imediata. Com a crise, o apetite deles vai ficar ainda
mais voraz do que em 2008”.
Uma
surpresa nas previsões do vidente paquistanês serão
os índios. “Prevejo uma queda acentuada na fonte
de renda deles, principalmente aqueles que são usados pelos
devastadores da floresta amazônica como sócios, laranjas,
vigias ou intermediários”.
Oback
alerta: “Com a crise econômica, muitos índios
perderão seus empregos ou sua parceria com as madeireiras.
Sem falar nas entidades protetoras dos índios, que continuarão
atormentando a vida deles. A crise vai ter efeitos inesperados.
Como a selva de pedra, também a selva de verdade vai sofrer
ainda mais este ano”.
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