| Assobios
Adorei a reportagem com o valoroso e sonhador mineiro Nino Mancini,
que luta para difundir o romântico e melodioso assobio entre
a população de Belo Horizonte. Trata-se de uma arte
em extinção, que só é praticada por
alguns abnegados, um deles o meu tio, Armando Trovaioli, que assobia
com perfeição a Sonata ao Luar, de Beethoven. Genésio
Trovaioli, Vitória, ES.
Sei bem o
que diz o Nino Mancini na reportagem da última edição,
quando afirma que um assobio ruim pode levar você a um ataque
de nervos. Tem um mensageiro na minha firma cujo assobio estridente
e sem melodia tira todos do sério. Já queixamos
com a diretoria, mas até agora ele continua assobiando
feito louco. Descobrimos depois que ele é filho de um dos
diretores. Mara Lúcia Benini, Rio de Janeiro.
É
oportuna e verdadeira a reportagem sobre o assobio, publicada
na edição passada do Sacolão.
Sou músico, e bom assobiador, e sempre que estou nervoso
ou em depressão, assobio por uma hora e tudo parece ficar
mais tranqüilo. Recomendo o assobio para todos. Experimentem,
e verão que a vida fica mais fácil. Edilberto
Lorenzo Gardona, Juiz de Fora, MG.
Feiúra
Causou-me
estranheza, e até mesmo repulsa, a reportagem da edição
94 sobre a mulher mais feia do mundo. Não creio que um
caminho para tal criatura seja se expor da maneira que ela faz,
exaltando, a sua maneira, a aberração que a natureza
lhe deu. E pior, faturando em cima disso. O Sacolão
também merece ser criticado por publicar tal assunto. Gervásio
Lima Moreira, Varginha, MG.
Inútil
Deus é
testemunha que venho tentando entender e me divertir com o SacolãoBrasil.
Mas não dá. É tudo tão pretensioso
e sem graça que, mal acesso o site, logo desisto. Willy
Esel, Petrópolis, RJ.
Já
pensou, Esel, que talvez o Sacolão esteja muito
além do seu humor e inteligência?
Cinema
Acho que
o crítico de cinema de vocês, Jean-François
Silva, anda delirando ou coisa pior. Assisti por acaso, em Paris,
ao filme que ele exaltou na coluna da edição 93,
chamado “O Vale dos Tristes Amores Eternamente Perdidos”.
Não agüentei 15 minutos, e saí correndo do
cinema. Uma chatice sem tamanho, como de resto todas essas bombas
pretensiosas apelidadas de “cult” que os críticos
gostam de elogiar. Jean-Luque Godard, Maringá,
PR.
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