| Fama
não vem
Tenho lido
com freqüência, em jornais, revistas e na internet,
notícias e opiniões elogiosas sobre o SacolãoBrasil.
Nesse passo, temo que vocês se aproveitem da fama e comecem
a cobrar da gente o acesso ao site. Será? Pablo
Gomes Encías, Rio de Janeiro.
Não
precisa se preocupar, Pablo. Se não ficamos famosos até
agora, vai ser difícil. Mas você acertou. É
só a fama nos sorrir que vamos cobrar o acesso ao Sacolão.
E cobrar alto.
E
o futebol?
Sou louco
por futebol e sinto falta de um comentarista no SacolãoBrasil
Quando é que vocês vão contratar um?
Romário Ceni. São Paulo.
Está
difícil, Romário. Já testamos vários
candidatos e nenhum passou. Todos teimam em dizer “a”
Roma, “a” Juventus, “a” Lazio. Vício
de caipira de Terceiro Mundo, algo que nosso diretor, um ponta
esquerda de primeira, não admite.
Esporte
e sexo
Muito oportuna
e atualíssima a reportagem da edição passada
sobre pessoas que encontraram amor e sexo praticando esportes.
Falo por experiência própria, pois sou uma entusiasta
de caminhadas e corridas, e de sexo também. Basta eu botar
uma roupa esporte bem apertada, ir para o parque e começam
a aparecer rapazes fingindo que estão fazendo jogging.
Eles estão é me rodeando. Desse jeito, não
deu outra, já tive casos e sexo com cinco homens, só
na semana passada. Agora, amor e casamento, nada! Celina
Bollente, São Paulo.
Adorei a
reportagem sobre do amor e sexo no esporte. Encontrei o homem
da minha vida durante uma maratona aqui na minha cidade. Estamos
casados há cinco anos, ainda que meu marido deteste esportes.
Pelo menos ao ar livre. Já na cama, ele é um atleta
e tanto. Laura Levy Garcia, Florianópolis,
SC.
Jacaré
é demais
A
reportagem na edição 93 sobre o jacaré domesticado
com ervas e tão manso que pode ser montado por uma menina
foi dura de engolir. Está certo que o Sacolão
não prima pela verdade, mas dessa vez acho que vocês
foram longe demais na lorota. Ciro Almeida de Oliveira,
Vila Velha, ES.
Fiquei fascinado
com a história do jacaré domesticado e mansinho.
Sou caçador e fornecedor de animais selvagens para zoológicos,
conheço bem esse setor. Tenho até uma jaguatirica
que fica furiosa e começa a rodopiar e uivar em desespero,
sempre que ouve rock. Gildásio Hunter,
Lagos, Nigéria.
Fantasias
Estava perfeita
e certeira a coluna de Hércules Olhovivo na edição
passada. As fantasias de consumidor que ele apresentou são
mesmo o sonho de todos nós. Apenas sonho, pois jamais vão
virar realidade. Mas ele se esqueceu de outra fantasia, irrealizável
também: os canais de TV pagos de cinema passando filmes
bons e inéditos e sem aquelas dublagens imbecis. Homero
Lima, Petrópolis, RJ.
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