Bob, um darling,
Alonso, um crítico

Quem não conhece o agitador cultural, decorador e homem do mundo Bob “Fairy” Vidal não sabe o que está perdendo. Na verdade, não tem a menor idéia! Amigo meu de longa data, e de centenas de celebridades e anônimos, ele vem agitando a noite paulistana e carioca há mais de vinte anos. Sempre no topo, sempre eficiente, sempre a gentleman. Bob é um doce de ser humano, a real darling.

Para vocês o conhecerem melhor, basta dizer que ele soube, não sei por quem, já que era tudo secreto, que estou às vésperas de fazer um safári por vários países africanos e, mais do que depressa, me presenteou com uma coleção completa de roupas, shorts, blusas e calças, enfim, tudo o que uma mulher precisa na África. O fato de todo o enxoval vir com a marca registrada dele, Queer Beauty, estampada nos bolsos, é o mínimo que posso oferecer em troca, já que assim vou divulgá-la em oito países. Mas nada, nada mesmo, pode pagar tanta atenção e gentileza.

Thanks, sweet Bob.

O leitor Alonso Boneville, do Rio de Janeiro, me manda um e-mail nada simpático, criticando esta minha coluna e acusando-me de “supra-sumo da futilidade, onde nada se aproveita, nada merece atenção”.

Puxa, queridinho, será que sou tão ruim assim?

Só para sua informação, Alonso, recebo quase 100 e-mails por mês (sou uma das campeãs de correspondência do SacolãoBrasil), todos elogiando meus conhecimentos internacionais, meu humor e minha habilidade em abordar com inteligência assuntos difíceis e desagradáveis. Como o conteúdo do seu e-mail.