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Eles acharam o sexo e o
amor praticando esporte
Por Eponina
Gomes
Repórter de jogging
O
administrador de empresas Ciro Lima, de 32 anos, conta que conheceu
sua mulher e se casou graças a um jogo de vôlei no
Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Segundo ele, foi tudo
muito rápido, entre conhecer, sair, namorar, ficar noivo
e se casar.
“Foi
paixão mesmo, e à primeira vista. Eu estava vendo
o jogo, de repente a bola veio voando na minha direção,
eu tentei me abaixar, esbarrei na moça ao lado e fomos
os dois pro chão”, Ciro lembra. “O susto acabou
logo, pois Lucila e eu começamos a rir e o resto aconteceu
naturalmente, em menos de um ano”.
A
conquista de José Luís Seráfico, videomaker,
não foi tão fácil. Ele participava de uma
maratona em Copacabana, no Rio, e bem na sua frente corria uma
loura que descreve como “pra lá de escultural”.
Apertou o passo, passou por ela, deu uma parada, fingiu que ajeitava
o tênis e teve uma surpresa ao descobrir que era uma vizinha.
“Nunca
a tinha visto de short, com as belas pernas de fora”, lembra.
“No dia seguinte, fiquei na paquera na rua, ela apareceu
e puxei conversa sobre a corrida. Ficou surpresa, disse que já
tinha me visto no bairro e nunca imaginou que eu fosse esportista.
Daí para o romance foi um pulo”, conta, tendo ao
lado a namorada Mariana,que ri do episódio e revela que
também praticava corrida para conhecer alguém interessante.
Segundas
intenções
Mas
nem todos os esportistas levam o esporte a sério e muito
menos querem relações românticas. Paulo M.,
que pediu para não ter seu nome todo revelado, detesta
esporte e só pratica “com intenções
sexuais”, segundo afirma.
“Você
não imagina como é fácil conhecer e abordar
alguém e passar uma boa cantada nela quando a gente está
no meio de um grupo que leva aquilo sério. É só
fingir que você também é esportista e o resto
é uma barbada”.
Ele garante: “Só no mês passado levei pra cama
seis garotas, três delas, uns aviões e o resto dava
pro gasto”.
Outro
que confessa que pratica esporte com as mesmas intenções
é Olavo M., 29 anos, que trabalha no mercado de ações,
não sai da praia em Santos no fim de semana e diz que não
perde uma partida de peteca, mas só aquelas que têm
garotas.
“No
que eu vejo um grupo jogando, vou chegando perto, sempre acho
um amigo ou conhecido, dou um alô e entro no grupo, mas
antes já tinha marcado a mais gostosa”, ele conta.
“Se ela não dá atenção, dou
um jeito de levar um tombo, caio nos pés dela, finjo que
me machuquei. Ela vem me ajudar e o resto é fácil.
Não falha nunca. Basta uma boa cantada”.
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