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Terapeuta receita cochilos
para vida mais saudável
Por
Gelsomina Bellacoda
Diretora de Estagiários

Cochilo
é bom em qualquer lugar, mesmo em aeroportos
Robert
Balfour Knapping, um dos mais conhecidos psicólogos e terapeutas
ocupacionais da Inglaterra, está no Brasil para o lançamento
de seu livro “Cochilar, Talvez Sonhar, e Conquistar”,
que se tornou um grande best seller em seu país. Como subtítulo,
a capa tem apenas isto: “Z z z z z z z z!”.
“Por
mais breve que seja, o cochilo nos faz mais conscientes e atentos
para um vasto e inexplorado terreno onde poderemos descobrir inesperados
benefícios e mais produtividade em nossa vida”, garante
Knapping.
Segundo
ele, bastam alguns minutos de cochilo para se descansar não
apenas o corpo e a mente, mas também recomeçar a
atividade diária com novas forças e, muitas vezes,
com maior entusiasmo. Ele cita no livro centenas de personalidades
mundiais que fizeram do cochilo uma atividade diária, quase
sagrada, e foram das figuras mais bem-sucedidas da história.
Entre eles, Leonardo da Vinci, Winston Churchill e Ronald Reagan,
notórios cochiladores.
Amém
Além
das muitas vantagens intrínsecas do cochilo, o autor cita
estas: é algo que se pode fazer todos os dias, o ano inteiro.
Ele nos torna mais produtivos, melhora nossa concentração
e nosso humor. É uma atividade que não custa nada,
não exige qualquer esforço físico, não
tem efeitos colaterais (desde que você não esteja
dirigindo) e não precisa de receita médica.
Com
humor, Knapping oferece uma sugestão: “Se for difícil
achar um local onde cochilar, faça em pé mesmo (se
você tiver bom equilíbrio), na sala de espera do
dentista, no metrô, no sofá de casa, na cadeira da
cozinha e até mesmo na poltrona em seu escritório
no local de trabalho. Se alguém surpreender você
cochilando, diga simplesmente ‘Amém’.
E ele ainda lhe pedirá desculpas por achar que interrompeu
sua oração”. |