Cacique, vereador e Obama

“Tererena não gosta água presa, bom é água que corre.”
O cacique da tribo Txucaramane explicando por que é contra a construção de uma hidrelétrica nos seus domínios.

“Eu paro com o desmatamento se meus críticos conseguirem alimentos para o povo com os ecologistas da Europa e Estados Unidos.”
Jairo Maggri, considerado um dos maiores desmatadores do Brasil.

“A imprensa e o povo são cruéis e impiedosos, não perdoam nem mesmo um pequeno tropeção meu. Quem não erra, que me atire a primeira pedra.”
O deputado Caribé Botelho Ariejus, acusado de se apropriar de 2 milhões de reais do fundo de pensão de ambulantes aposentados.

“Não passou de um rompante de momento. Peço desculpas e confesso que ele é o grande amor de minha vida.”
A cantora e estrela da novela “Corações Que Amam, Corações Que Odeiam” Clarinda Morris, em depoimento na polícia, depois de quebrar cinco costelas do marido, Leonídio Morris, que ela surpreendeu num motel na zona leste do Rio junto com a coadjuvante Mira Lira e quatro travestis.

“Ei, cadê minha carteira que estava aqui?”
O vereador Cidinho Bentivegna, ao dar pelo sumiço da carteira enquanto tomava um café no balcão do bar da Câmara.

“Olha, se ele não se livrar desses conselheiros, pastores e cabos eleitorais, vai ter que mudar o nome para Barraco Obama.”
O jornalista e analista internacional Gastão Bols, sobre os problemas enfrentados pelo candidato a candidato a presidente dos EUA.