Televisão, cinema e camisinha

A coluna Defecon (Defesa do Consumidor) foi criada para proteger você, leitor e consumidor. Ela é coordenada por Hércules Olhovivo, pseudônimo de Atílio Diniz Sé Mendonça, economista, advogado e especialista em pesquisa de preços. Mas a nova seção só funcionará se o leitor nos ajudar, buscando esclarecimentos, denunciando abusos, alterações e omissões nos preços, pesos, embalagens, rótulos e todos os truques usados pela indústria, pelo governo, comércio e entretenimento para enganar o consumidor.

Nossa coluna volta a publicar hoje queixas e sugestões dos leitores, cujas mensagens se acumulam em meu computador e em minha mesa. Faltam tempo e espaço, mas prometo que vou respondendo e publicando na medida do possível. Tenham paciência, por favor.

Canais pagos
Por meio de sua coluna faço uma advertência aos leitores sobre as assinaturas de canais pagos de televisão. Assinei um deles, que prometeu do bom e do melhor, e hoje, quatro meses depois, só encontro programas ruins e bombas de filmes em reprises que não acabam mais. Piores que eles são os anúncios, que não nos dão sossego, e também as terríveis dublagens. Cuidado, não caiam nesta. Pedro Lima Gouveia, Petrópolis, RJ.

Ingressos caros
Meu caro Hércules, o preço das entradas das salas exibidoras está pela hora da morte. Desde jovem adoro cinema e acho que nada se compara a uma tela grande, uma sala escura e você cercado de gente. Acontece que o único tempo livre que tenho é no fim de semana. Aí está o problema: as salas estão cheias, tem fila que não acaba mais e o ingresso custa uma fortuna. A solução é alugar um filme na locadora. O problema é que no sábado e domingo os melhores filmes já foram alugados. Resta só bagulho. Que drama, não? Célio Alvim, Sorocaba, SP.

Em questão de preferências, Célio, não costumo dar opinião. Mas acho que você ainda tem três caminhos: ler um livro, tomar umas e outras com os amigos ou então alugar uma boa reprise.

Por pouco
Sr. Hércules, quero alertar seus leitores para um velho problema, o das camisinhas, isto é, os preservativos. Outro dia fui na farmácia, não achei a que sempre uso e, como era uma emergência, comprei de uma marca desconhecida. Ela se rompeu na hora agá e por pouco não virei pai. Envio o nome do produto para evitar que outros caiam nessa. Sátiro Lima de Souza, Rio de Janeiro.

Como se trata de um produto conhecido e na garantia, não declinamos seu nome.