Morte do folião

Fiquei impressionado e chocado com a notícia da morte do folião de Brasília, vítima da febre amarela em pleno Carnaval. Um homem jovial, cheio de vida e folião de verdade, como há muito não se vê, não merecia destino tão trágico. Celso Gardona Lima, Itu, SP.

Sem dúvida, Celso. Como disse Paulo Ariejus, velho amigo do falecido, cada diz que passa Brasília fica mais perigosa.

Quem lê?

Dei boas risadas com a lista do Lallo Bloombury sobre o que alguns famosos e anônimos leram durante o Carnaval. Duvido muito que a maioria deles tenha lido algo mais que manchetes de jornal ou passado os olhos em revistas de fofocas de televisão. A natureza humana não falha: é só botar o nome de alguém na mídia e vai dizer que leu isso e aquilo. Conversa fiada. Aposto que muitos dos citados ainda lêem alguma coisa mexendo os lábios. Antônio Candido Gouveia, Rio de Janeiro.

Aquele antropólogo que disse na coluna do Lallo Bloomury ter levado 12 livros para ler durante o Carnaval só pode estar brincando. Quem lê tanta coisa assim em poucos dias? Que canastrão, não? Inácio Bento Alvim, Muriaé, MG.

Garnisés

Cheia de nostalgia e emoção a coluna do Acácio Boring na última edição, falando da juventude dele,quando era um “garnisé”. Sou mais ou menos da idade do Boring e vivi esses momentos doces e inocentes também na saudosa Juiz de Fora. Obrigado pelas lembranças, Acácio. Seráfico Gomes, Juiz de Fora, MG.

Somente quem foi “garnisé” na infância, como eu, pode se deleitar com a saborosa e evocativa coluna Vida de Aposentado na edição passada. O Acácio Boring mostrou mais uma vez sua sensibilidade e sabedoria.Parabéns. Fernando José Bastos, Petrópolis, RJ.

Brasil torto

O resultado do concurso de vocês sobre a pior placa comercial (Sacolão 85), me deixou triste e envergonhado, por ver como é maltratada a pobre língua portuguesa.O autor da placa vencedora não tem culpa das barbaridades que escreveu, vítima que é do analfabetismo e da falência do ensino em nosso país. Aurélio Buarque Cipro Houás, Sobral, CE.

De que adianta a economia brasileira estar bombando se a gente comum continua mergulhada nas trevas do analfabetismo? O concurso de placas, mostrado na última edição, é um lamentável exemplo desse estado de coisas. Professor Naldo Rebelo, Brasília, DF.

Colírio

Se o SacolãoBrasil fosse um jornal tradicional eu faria uma assinatura por 50 anos, de tanto que gosto dele. Parabéns e continuem o bom trabalho, pois a Internet anda tão chata que o site de vocês é um colírio para os olhos e mente. Benedito Caviolli, Joinville, SC.

Vexame

Passei vergonha outro dia quando, ingenuamente, apresentei o SacolãoBrasil a um grupo de web designers estrangeiros que visitavam nosso país. Além de não entenderem nada, não acharam a menor graça. William Gates, Itaquaquecetuba, SP.

Se não entenderam nada, Gates, como iam achar graça? E pelo jeito, você também não entendeu.