| Edição
de Natal
Como era
de esperar, a edição de Natal pecou pela falta de
imaginação e humor. Sem falar no resto. Ciro
Tonelli, Vila Velha, ES.
A história
do Papai Noel e seu Natal inesquecível foi o máximo.
No começo, levei a sério, depois percebi que era
gozação. Ou será que não era? Maria
Emília Gonçalves, Matias Barbosa, MG
Embora vocês
insistam em fazer graça até com a data máxima
da Cristandade, gostei da edição especial de fim
de ano. No futuro, respeitem mais os sentimentos cristãos
e garanto que serão aplaudidos por todos. Bispo Mariano
Balandrin Moura, Curitiba, PR.
Aquele Papai
Noel condenando as gastanças no Natal foi um achado. Imagino
como deve ter irritado os lojistas. Selene Gomes,
Magé, RJ.
A matéria
sobre pirataria na edição de Natal foi uma das melhores
coisas que vocês inventaram. Concordei com todos os itens.
Só achei que faltaram pelos menos uns 50 outros. Paulo
Emílio Silveira, Rio de Janeiro.
Sofri ao
vivo, na própria carne, uma das “ameaças máximas”
que vocês mostraram na última edição.
Fui com meu marido num cruzeiro marítimo e uma das “atrações”
era um cantor romântico famoso e horrível. Não
havia para onde fugir, pois estávamos em alto mar. Carina
Ramos, Santos, SP.
Ganhei de
presente no Natal um livro de poesias de conhecido autor. O item
estava na lista de vocês de “ameaças máximas”.
Põe ameaça nisso.Chatíssimo, primário,
complicado e pretensioso. Não é por acaso que poesia
vende tão pouco no Brasil. Olavo Bilac Mastrantonio,
Niterói, RJ.
Parabéns,
a edição de Natal estava ótima. Muito melhor
que a do ano passado. Acho que vocês estão melhorando.
Continuem o bom trabalho. Cyro Eckhart, Porto
Alegre.
Concordei
com quase todos os itens que vocês incluíram nas
“ameaças altas”, na última edição,
menos a revista de mulher nua. Quem são vocês? Moralistas
ou bichas? Renan Collor, Maceió, AL.
No artigo
sobre pirataria, vocês esqueceram de incluir nas ameaças
máximas, a maior de todas elas. Vocês sabem muito
bem quem é. Dilmah Roussof, Brasília.
Considerei
incorreta a maioria das ameaças que vocês incluíram
no artigo sobre pirataria. Mas uma delas apoiei em toda a linha:
o político brasileiro, essa praga, verdadeiro vírus
que não pára de corroer o nosso Brasil. Carmelo
Battistoni, São Paulo.
Achei dramática
e comovente a história que a Vovó Santinha contou
na sua coluna na edição passada. Reencontrar um
velho amor, 40 anos depois, bêbado e vestido de Papai Noel,
foi mais do que minha imaginação podia atingir.
Clarice Starlings, Nova Lima, MG.
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