De compostura e DJs

“Perco a compostura, mas não o cargo.”
O deputado Basílio Tramposo, após destemperada discussão com seu chefe, na Comissão Reformadora de Orçamentos, ao ser comunicado que estava demitido, e em seguida readmitido.

“Ter vários maridos é tão estressante como ter um só. Solteira é vida.”
A socialite Tina Rochelle Van Gomes, após seu sétimo divórcio e às vésperas do oitavo.

“O que é corrupção, senão um estágio do espírito?”
O ex-senador Ronan Calieiros

“Essa gente escreve sobre rock como se fosse algo importante.”
O jazzista Marcos Coelho sobre os cronistas de rock.

“Nunca pensei que fosse detestar o Al Pacino. A culpa é dos canais da TV paga, que repetem os filmes dele até cansar.E pior, dublados.”
O crítico de cinema Bill Toledo sobre a interminável reprise de filmes na televisão a cabo.

“Não quero ver este escroque nem pintado.”
O marchand Ivo Louis, após perder na Justiça a posse dos auto-retratos do pintor Korintho Lins, com quem teve rumorosa disputa.

“Então fui para a Milão, depois visitei a Florença e também a Vaticano, mas não vi a Papa.”
O professor e lingüista Pasqual Simpro Filho, satirizando os jornalistas esportivos, para os quais os times de futebol italianos são todos femininos.

“Misteriosamente, os disc-jockey sobrevivem ao progresso. Um deles, Armindo Lopes, deve ter uns 90 anos, a julgar pelas músicas que toca em seu programa.”
O DJ Crazy Soul, em entrevista, falando dos programas radiofônicos musicais.

“Que profissão desgraçada a dele. Passar a noite inteira arranhando elepês.”
O veterano disc-jockey Armindo Lopes, reagindo às críticas do DJ Crazy Soul.