| Sem
televisão
Fiquei impressionado
com a reportagem “Cidade Fica Sem Televisão e Povo
Entra em Desespero”, na edição passada. O
ótimo trabalho da repórter Doralice Flamboyant mostrou
bem os estragos sociais, mentais e culturais causados pelo episódio.
O moral da história é que a ausência causa
tantos danos quanto a presença da televisão na vida
das pessoas. Que triste, não? Franklin Nielsen,
Belo Horizonte, MG.
A população
da tal cidade de Três Montes perdeu uma ótima oportunidade
com a falta da televisão: pegar um livro para ler ou se
ocupar em algo mais proveitoso do que sair pelas ruas feito uns
loucos. Ciro Franklin Andrade, Anápolis,
GO.
Professores
Achei divertida,
e também triste, as palavras do professor Gabriel Tolentino,
na seção Da Boca Pra Fora, no último Sacolão.
Como professor e naturalmente ganhando salário ridículo,
que complemento como taxista, acho que tudo o que sofremos foi
magnificamente sintetizado por Tolentino. Salvador Calheiros
de Almeida, Maceió, AL.
O professor
Gabriel Tolentino, em poucas palavras, disse tudo sobre a nossa
tão abandonada profissão. Cassiano Lima
Júnior, Petrópolis, RJ.
Parabéns
ao Gabriel Tolentino e ao Cido Tongue (Da Boa Pra Fora, edição
79), que em rápidas pinceladas definiram todos os horrores
da nossa profissão. Honório Duque Estrada,
Maringá, PR.
Políticos
Se não
fossem trágicos, seriam uma comédia os sites mostrados
por Bill Tates na sua coluna Sites e Insites, na edição
passada. E-mails com nomes como “brasília já
era”, “políticos fuleros” e “eta
corrupção boa” são o perfeito retrato
(e caricatura) dos nossos homens públicos. Luís
Inácio Lima da Silva, Brasília, DF.
Vamos acessar
os sites publicados na seção Sites e Insites e enviar
protestos contra os políticos, já que mandar bala
é contra lei. Se bem que é isso que eles merecem.
Múcio Lacerda de Oliveira, Manaus, AM.
É
fumo
Muito bem-humorada
a reportagem sobre a exposição dos anos 30 contra
o tabagismo, e também um alerta, mais de 70 anos atrás,
conforme mostrou a repórter Cirino Boaventura no último
número. O chargista que ligou o fumo ao excremento sabia
das coisas. Será que os fumantes de hoje nunca vão
aprender que estão fumando cocô? Alfredo
Souza Cruz, Rio de Janeiro.
Insulto
Quando vocês
pensavam que era segura a opinião dos leitores, aqui estou
eu outra vez. Voltei de longa viagem ao exterior e, como sempre
faço, passei os olhos pelo Sacolão.
Incrível, nada mudou, continua a mesma droga de sempre.
Aliás, como o governo. Willy Esel, Duque
de Caxias, RJ.
Vamos
devagar, Esel. Crítica é uma coisa, insulto é
outra. Comparar o Sacolão ao governo é
ir longe demais.
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