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Nos
meus jovens e saudosos anos como estudante de sexologia na Universidade
Gelb Schwanz, na Alemanha, ouvi do meu grande professor, Konrad
Pimmel, uma frase que nunca esqueci: “Quando se trata de
sexo, nada é absurdo, nada é condenável,
exceto a violência”.
O conceito voltou-me à mente ao ler a consulta da leitora,
que se assina Mente Confusa. Vejam o que ela conta:
"Em questões de relacionamento sexual, me considero
mais ou menos normal, não mais nem menos que outras mulheres.
Mas quando se trata do meu namorado a coisa muda um pouco. Ele
está sempre procurando novidades e a última delas
me bagunçou a cabeça. Disse que tirou a idéia
do site americano Dullmen. Será que estamos indo longe
demais, Madame Clean?
Outro dia ele trouxe sua roupa suja, jogou tudo na máquina
de lavar e pediu para eu fazer o mesmo. Então, botou duas
cadeiras bem na frente, sentamos, e ele ligou a máquina.
À medida que as roupas se misturavam, ora a cueca dele
se enrolava na minha calcinha, ora meu sutiã se enrolava
na meia dele, meu namorado dava gemidos de prazer. Depois de uns
20 minutos, comecei a me acender também e quando a lavagem
terminou, estávamos os dois no chão fazendo sexo.
A coisa foi boa, mas depois me veio a dúvida: será
que o sexo entre nós não está indo além
da conta? Por favor, Madame Clean, me oriente."
Fique
sossegada, Mente Confusa, tudo parece bem com você
e seu namorado, segundo as sábias palavras do meu velho
mestre Her Pimmel, que citei acima. Mas não exagere na
nova prática, ou em pouco tempo vocês ficarão
sem roupa.
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