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Guia
deu certo
Parabéns
pela publicação do Guia da Eleição,
que prestou grande favor a mim e a várias pessoas do meu
relacionamento. Eu estava em dúvida na escolha dos candidatos,
mas usei os truques que vocês ensinaram e foi tiro e queda.
Separamos o joio do trigo e votamos nos melhores. Usei o Guia
outra vez no segundo turno e quase mandei o pilantra para casa.
Dirceu José Palossi, Varginha, MG.
Deputado
esclarece
Falta com
a verdade o leitor Luiz Fernando Berçoíni, quando
afirma que usou no meu comitê eleitoral o truque da sirene
da polícia (sugerido no Guia da Eleição)
e todo mundo saiu em disparada, eu inclusive. O que houve realmente
foi que alguém gritou algo sobre um incêndio e o
pânico tomou conta. José Genuíno,
São Paulo.
O
leitor Luiz Fernando Berçoíni confirma versão
diferente. Diz que levou ao comitê uma sirene policial de
verdade, houve uma correria geral e em nenhum momento ouviu alguém
gritando fogo.
Nunca
vai mudar?
“Votar
para quê, Acácio? Vai ficar tudo na mesma.”,
foram as palavras do colunista Acácio Boring (edição
69), citando amigo desiludido com a política brasileira.
Com o resultado das eleições, começo a crer
que ele tinha razão. Cássio Rodrigues Moreira,
São Paulo.
Verdades e mentiras
O jornal
de vocês tem como filosofia a mentira. Mas que tal a verdade
de vez em quando? Talvez melhore um pouco. Ele está muito
chato, sem graça e repetitivo. Vamos mudar? Delfim
Clodovil Maluf, Brasília, DF.
Sem
a mentira, Maluf, o SacolãoBrasil desapareceria
em pouco tempo.
Enterrando a mentira
Achei incrível
a descoberta de vocês sobre o cemitério (edição
69) em que os mortos são insultados pelo que fizeram em
vida. Já pensaram as barbaridades que vão surgir
quando inaugurarem o similar brasileiro? Haja espaço, haja
túmulo, haja epitáfio! Paulino Kevorkian,
Florianópolis, SC.
É
por isso que a área do cemitério terá oito
quilômetros quadrados, Kevorkian. Além de mais quatro
quilômetros quadrados para os insultos pesados aos falecidos
irrecuperáveis.
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