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Falsa
Mona Lisa
Fiquei decepcionado
e feliz ao mesmo tempo depois de ver o informe publicitário
do mês passado, mostrando as obras de arte falsificadas.
Eu tenho há anos uma reprodução da Mona Lisa,
que um pintor aqui da cidade me disse que valia um bom dinheiro.
Mas quando vi no Sacolão a gravura daquela
Mona Lisa falsa, descobri que era igual à que eu tenho.
Quer dizer que não vale nada. Logo quando um deputado aqui
da terra queria comprar por um bom preço. Obrigado. Raimundo
Tolentino, Jequié, BA.
Essa
é uma das missões do SacolãoBrasil,
Raimundo, orientar o leitor sobre o que é falso e o que
é verdadeiro. Isso se aplica também ao tal deputado
que queria comprar a reprodução.
Fulgêncio
agradou
Parabéns
para o novo colunista de vocês, o Professor Fulgêncio
(Sacolão 67). Gostei mesmo. As verdades
dele são aquelas do dia-a-dia, mas algumas estão
por aí há muito tempo e ninguém percebeu,
só ele. Quero mais Fulgêncio. Cid Totini
Lima, Criciúma,SC.
O
Professor Fulgêncio voltará em breve, Cid. Assuntos
e tolices não faltam neste nosso pobre Brasil.
Estão
elogiando
Resolvi implantar
em minha empresa de compras por telefone o que vocês mostraram
na última edição, querendo acabar com aquele
negócio do “sinistro gerúndio”. A firma
é pequena, mas se é para falar correto com os clientes,
vou estar gastando uma verba para melhorar. Obrigado pela boa
dica. Esternando Livorno, Guaratinguetá,
SP.
Pobre
Shakespeare, pobre Brasil
Nunca suportei
ver novelas na televisão. É o que chamo a vida em
picadinhos diários, uma bobagem que estica e diminui de
acordo com a audiência e os interesses das emissoras. Se
eu já não gostava dessas tolices, agora mais ainda,
depois que li o vexame que o Edinho Silva contou em sua coluna.
Uma equipe fajuta daquelas gravando novela na civilizada Inglaterra
é mais vergonha do que podemos agüentar. What
a shame! Romeu Verona, São Paulo.
Ficou
pior
Passei cinco
anos trabalhando na filial da minha empresa em Ruanda, na África,
e morrendo todo dia de saudade do Brasil. Voltei há um
mês e descobri que nada mudou por aqui. Ao contrário,
tudo piorou. Não vejo a hora de voltar para a África.
Cesário Gonçalves Toledo, Rio de
Janeiro.
Você
ainda não viu nada, Cesário. Espere só quando
as eleições chegarem. E depois delas.
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