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Copa pode não ter sido boa para os brasileiros, principalmente
para nós, do ramo dos bares de calçada e dos internos
também. Ninguém pode reclamar dos bons negócios,
principalmente eu. Mesmo com o fiasco do nosso time. Sou dono
de três bares, o Sponge’s, o Macho e
Fêmea e o mais popular (e lucrativo) de todos, o Caros
Bebuns. Ganhei bom dinheiro com eles em junho.
O segredo deste último são os petiscos, receitas
de uma velha cozinheira de origem alemã que eu descobri
em Petrópolis e trouxe para São Paulo. O maior sucesso
é o bolinho de carne, com queijo, uma pitada de mostarda
e um tempero alemão, que é o segredo muito bem guardado
da nossa querida cozinheira Helga. Além dessas comidinhas,
tem um monte de cerveja daqui e de fora. Não podia dar
errado. Sem falar nos 10 televisores de lcd e plasma que eu botei
em todos os cantos do bar. O resultado (apesar da derrota da nossa
seleção) foi o melhor que eu tive em muitos meses.
Se este meu papo está parecendo uma promoção
dos meus bares, saibam que conversei antes com o diretor do Sacolão,
o meu querido amigo Ferrão, que me deu sinal verde. Mas
o objetivo da coluna é mostrar o efeito da Copa nos bares
da cidade. Todos eles, com raras exceções, faturaram
alto. É o que confirma meu velho amigo Tino Dândi,
dono do Tira Gosto, Tira Teima, que contabilizou
lucro líquido de 180 mil, até o último dia
29.
O negócio de bares e botecos tem lá seus problemas,
claro, mas no todo é pra se ganhar dinheiro. Por isso,
convido os interessados a dar uma olhada num deles, que está
à venda, e tem tudo para dar certo: ponto, bairro, clientes,
ambiente e muitas outras vantagens. Maiores informações
com este colunista. No mais, até a próxima Copa!
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