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Bela
princesa
italiana está no
Brasil à procura
de namorado
Por
Paulino Gotardo
Repórter free-lance
Catarina
Lardo Ferravecchio, uma bela princesa italiana de 29 anos, herdeira
de uma das mais tradicionais famílias da realeza de seu
país, está no Brasil para o lançamento de
um perfume da grife da sua amiga, a empresária Irene Ravanello.
Elas se conheceram há dois anos numa recepção
em Florença, no Palácio Unghia di Fame, secular
residência da família da princesa, ocasião
em que a empresária a convidou para uma temporada brasileira
para promover o perfume Dolce Letame, sucesso na Europa,
a ser lançado semana que vem em São Paulo e em 12
capitais brasileiras.
Uma beldade de cabelos louros e olhos verdes, com 1,76m de altura,
sorridente e muito simpática, Catarina encantou os jornalistas
na entrevista coletiva concedida no salão nobre mansão
da amiga, onde está hospedada.
Desembaraçada, bem humorada, falando um português
quase sem sotaque, que ela diz ter aprendido com um músico
carioca que conheceu numa festa em Roma. Catarina promete realizar
um velho sonho, o de conhecer, “bem de perto”, os
homens brasileiros, segundo ela, ”os mais sensuais do mundo,
mais ainda que os italianos e os iugoslavos”.
Quem
se candidata?
A
jovem nobre italiana revela que quase se casou três vezes,
uma aos 18 anos, com um político romano, 35 anos mais velho;
um músico grego, que só pensava em dançar
e cantar, e um ministro de Estado iugoslavo, que ela descobriu
ser gay.
“Nenhum dos casamentos deu certo porque os três imaginaram
que por eu ser de família real e tradicional da Itália,
e única herdeira , era dona de grande fortuna”, confessa.
“Mas se deram mal, pois descobriram que tudo o que minha
família possui são alguns imóveis. A nossa
fortuna acabou anos atrás, graças ao meu pai e uma
tia, que liquidaram o dinheiro com amantes e festas”.
Cristina diz ao repórter, com ar malicioso, que está
no Brasil também com outro objetivo: descobrir um belo
e bom partido, para se divertir, namorar ou, “quem sabe”,
até mesmo se casar.
“Vou fazer o contrário daquela menina grega bilionária,
a Athina, que veio para cá e se casou com um brasileiro.
De preferência, vou procurar aqui um namorado bilionário,
mas vou confessar a ele de imediato que não tenho um tostão,
somente o título de nobreza. Quem se interessa?”
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