Geriatra anuncia estar
próxima da sintetização
do elixir da longa vida

A Magnífica Reitora da Universidade Federal de Maranguape (UFM-CE) e também professora-titular do Departamento de Geriatria e Gerontologia da Faculdade de Medicina da mesma universidade, Dra. Nancy Nice Browneyes, declarou que até o final de 2010 deverá ser lançada no mercado mundial revolucionária medicação geriátrica capaz de prolongar em dezenas de anos a vida humana e veterinária.
O surpreendente anúncio foi feito no ultimo dia 12 de outubro na reitoria da universidade, durante concorridíssima coletiva à imprensa que reuniu uma centena de correspondentes das principais agências noticiosas do Brasil e do Exterior.

Pela relevância do tema, optamos por reproduzir abaixo os principais trechos da entrevista coletiva, à qual representando o Sacolão esteve presente o nosso correspondente e especialista em ciência e tecnologia, Wandervaldo Priapo Mimo:

Sacolão – Fale-nos da natureza da medicação que a senhora mesma produziu e a compara ao elixir da longa vida secularmente procurado pela ciência oriental e ocidental?

Nancy Nice Bowneyes – Na verdade trata-se de uma droga revolucionária e que tem a particularidade de, em sua cadeia produtiva, usar como insumos dois importantes produtos da nossa rica biodiversidade. Com isso, além dos benefícios levados à humanidade, envolvendo o prolongamento das vidas humana e veterinária, o Brasil poderá ter sua atividade econômica alavancada mediante a exportação de matérias-primas semi-elaboradas e, portanto, com valor agregado. Através das vendas ao mercado externo, técnicos da área econômica estimam que o nosso superávit primário possa ser elevado em até US$ 69 bilhões/ano.

Sacolão – E quais são estes dois produtos a que a senhora se refere?

NNB – Ambos são abundantes no Brasil. E aqui estou me referindo à guariroba, um palmito amargo que abunda no cerrado do Planalto Central e é classificado em botânica como Syagrus oleracea. O outro é a geléia real produzida pelas abelhas europeizadas do gênero Apis melífera, igualmente abundante em todo o território brasileiro. Vale esclarecer que a guariroba é amplamente utilizada como alimento humano, sobretudo em Goiás. E, da mesma forma, a geléia real é empregada como suplemento alimentar e extensamente usada na produção de medicamentos que aumentam a resistência física e a capacidade imunológica. Além disso, é empregada na formulação de cremes dermatológicos utilizados nos tratamentos convencionais de rejuvenescimento da pele.

Sacolão – Os estudos conduzidos pela senhora e por sua equipe de pesquisadores estão restritos a aplicações veterinárias ou já existe algum horizonte para emprego do produto na medicina humana?

NNB – Em princípio, as nossas experiências restringiram-se unicamente ao estudo das abelhas, universo este que depois foi estendido para os mamíferos de pequeno e médio portes (cobaias, gatos e cachorros) para, numa última etapa, abarcar as pesquisas e a aplicação experimental do produto nos seres humanos. Felizmente fomos bem-sucedidos em todas as fases do projeto, o que nos leva a prever que até o final desta primeira década do século XXI o produto já esteja sendo comercializado no mundo todo. Nesse sentido, gostaria de ressaltar que além de uma excelente equipe de pesquisadores brasileiros, contamos com a inestimável consultoria internacional da Dra. Sissi Vianney, diretora-científica do Laboratório franco-suíço Eternal Life, que é o líder mundial na produção e comercialização de remédios de uso geriátrico.

Sacolão – As pesquisas científicas implicaram celebração de outros convênios de cooperação, tenham sido eles científicos ou comerciais?

NNB – No decorrer do processo de pesquisa e desenvolvimento muitos convênios e de diferentes naturezas foram firmados. O primeiro deles foi com os proprietários da Fazenda Lago Sul, localizado no município goiano de Puerópolis, o casal de fazendeiros Apolo e Pauline Jolie Gueltti, cuja propriedade de 5.802 quilômetros quadrados encerra a maior área cultivada da palmeira Syagrus oleracea e, ao mesmo tempo, o maior e mais produtivo apiário do Planalto Central brasileiro. E foi a abundância desses dois produtos, numa só propriedade, que nos garantiu o início das inovadoras pesquisas visando à obtenção do elixir da longa vida. Isso porque em meticuloso trabalho de pesquisa, a mundialmente famosa apicultora Ignês Goodfriend (engenheira-agrônoma com Ph.D em abelhas européias, obtido na Universidade de Londres) observou que as abelhas rainhas que coletavam néctar e pólen nas flores da guariroba viviam e eram férteis até os 50 anos de vida, em oposição aos 3 a 6 anos que vivem, em média, as rainhas do mundo todo. Constatou, igualmente, que os zangões (abelhas macho) tinham suas vidas ampliadas de uma média de 80 a 90 dias para até 31 anos. E o mais surpreendente, ainda, é que esses zangões, ao invés de cobrirem as fêmeas com apenas uma cópula/dia, ao usarem a mesma dieta alimentar alcançavam à notável marca de três coberturas por dia. Vale mencionar que o controle sanitário e a vida útil de todo o enxame foram monitorados através da marcação em cada espécime com o radioisótopo Gálio 93,7 que a cada instante permitia sua localização e eficiente controle do estado físico das abelhas- rainhas, das operárias e dos zangões. Isso requereu, também, o concurso de físicos nucleares para o controle da proteção radiológica. Atividade para a qual contratamos a consultoria da Agência Nacional de Energia Atômica, na pessoa do seu assessor para assuntos internacionais, Dr. Rahmadan Abdourrhaman Mohamed. Apenas a título de curiosidade, seria oportuno informar que o Dr. Mohamed foi contemporâneo do articulista da coluna para a qual escreve, o Dr. Cornelius Klein, quando ambos eram professores titulares de Física Nuclear na Universidade de Leitten, na Holanda.

Sacolão – E como as pesquisas migraram dos insetos para os mamíferos de pequeno e médio portes já mencionados pela senhora?

NNB – Como a medicina envolve sempre a realização de inúmeros testes em camundongos e cobaias, administramos o mesmo remédio em suas dietas alimentares e a vida dos animais de laboratório exaustivamente testados foram ampliadas em até 10 vezes o valor de seus períodos de vida convencionais. Em outras palavras: suas longevidades elevaram-se, em média, de 8 a 10 vezes. Concluída essa importante fase das avaliações clínicas, passamos a empregar o mesmo produto num cão de pequeno porte que recebeu o nome de Yodda Short Guy. Tratado com igual dieta durante seus três primeiros meses de vida, já completou sete anos de idade e continua comportando-se como um cão recém-nascido. Em outros termos, não desmamou ainda e oferece aos seus proprietários os mesmos trabalhos de continuar rasgando com seus dentes roupas (sobretudo meias), tapetes e móveis estofados.

Sacolão – Por favor, fale-nos por fim de como o produto foi testado nos seres humanos?

NNB – Mas isso também se constituiu numa experiência inédita e igualmente exitosa. Firmamos um acordo de cooperação científica com a Universidade de Freetown, na capital de Serra Leoa um minúsculo país da África Equatorial que possui a menor expectativa de vida do mundo. Dados recentíssimos (e aqui estou me referindo a 2004) da Organização Global da Saúde indicam que a média de vida naquela nação é de 42 anos para a mulher e de apenas 37 anos para o homem. Em 1998, as autoridades sanitárias governamentais daquele país conseguiram localizar as duas pessoas mais longevas do país: Sidharta Sing Lake (homem, então com 65 anos) e Gaia Blackwomen (mulher, 71 anos). Por força do nosso convênio de cooperação acadêmico-científica, administramos doses diárias do produto que desenvolvemos a ambos e ao longo de 5 anos. Ambos encontram-se em perfeito estado de saúde e com ampla vitalidade física e mental. Hoje, aos 72 anos de idade, Sidharta retornou a sua antiga profissão de trapezista do Gran Circo de Serra Leoa e em 2003 recebeu o prêmio de maior acrobata do continente africano por seus ousados saltos mortais a altura de 12 metros sem o uso de qualquer rede de proteção contra quedas. Gaia, por sua vez, voltou a ovular aos 77 anos de idade e ambos que se conheceram durante o tratamento, acabaram se casando no último dia 12 de junho. A paciente acabou engravidando e a previsão é que o nascimento da filha (cujo sexo já foi confirmado através de teste de ultra-sonografia) ocorra no dia 12 de março do próximo ano. O pré-natal indica que as condições tanto da gestante quanto do feto são ótimas, tanto que está prevista a realização de parto normal.

Nota da redação: No fechamento desta edição fomos informados, via e-mail proveniente de Serra Leoa, que para homenagear a Dra. Nancy, criadora da milagrosa medicação geriátrica, o casal Sidharta-Gaia escolheu como Sophie Victory Browneyes o nome de batismo da futura filha.


* Cornelius Klein foi um dos pioneiros mundiais como cobaia de drogas geriátricas, sendo a primeira de uma série de 32 a hoje famosa Fasole, desenvolvida na Romênia em 1927. Isso explica, segundo ele, sua aparência jovem, que mal revela seus 79 anos.