Leitor indignado

Foi com indignação que li a coluna do Lallo Bloombury, no último Sacolão, sobre a visita ao Brasil do escritor francês Jean-Louis Beurrier. Com a habitual subserviência brasileira em relação aos estrangeiros, o colunista ficou deslumbrado com as grosserias do visitante, um ilustre desconhecido por aqui, e pelo jeito apoiou a posição dele em evitar o encontro com nossos escritores. Típico de gente mal-educada e prepotente. Peçam ao Bloombury para, no futuro, escrever sobre pessoas civilizadas e que todos conheçam. Jairo Alvim Bastos, Ouro Preto, MG.

Deputados brigam

Eu me diverti bastante com as declarações dos dois deputados na coluna Da Boca Pra Fora (Sacolão 52).Um deles, o Castor Anazatar, justificando suas mudanças de partido, e o outro, Otar Hafiza, contestando a posição dele. O mais divertido é que ambos estão sendo acusados de apropriação indébita de verbas da merenda escolar e, como todos sabem, não são flor que se cheirem. É muita cara-de-pau, não acham? Cassiano Figueiredo, Vila Velha, ES.

Achamos, sim, Cassiano.

Biscoitos russos

A reportagem que vocês publicaram na última edição, falando da importação de biscoitos russos para reforçar a tal Fome Zero, não me espantou nem um pouco. É mais uma asneira do governo, que não se cansa de fazer e falar tolices. Quando é que esses trapalhões de Brasília vão importar cartilhas de conduta e moralidade para tentar diminuir a corrupção que rola solta neste nosso pobre país? Dirceu Jefferson Rabelo, Rio de Janeiro.

Provavelmente, Dirceu, as cartilhas não chegarão aqui, pois vão desaparecer durante a viagem.

Palhaços e palhaços

Gostei muito da coluna do novo colaborador de vocês, o Palhaço Patuléia, que estreou no SacolãoBrasil número 51. Eu li que além de palhaço ele também é professor e por isso escreve tão bem, com muito sentimento e conhecimento do nosso povo. Eu me emocionei bastante com a coluna dele porque meu pai, já falecido, foi também palhaço, o Povinho, e dos melhores que o circo já teve em nosso país. Ele e tantos outros, inclusive o grande Arrelia, que morreu recentemente, foram pessoas sérias, responsáveis, e grandes profissionais. Muito diferentes desses “palhaços” que infestam a nossa política. Carlos José Gonçalves, Niterói, RJ.

Além de falsos, esses “palhaços” não fazem ninguém rir, Carlos.