| Cuidado,
eleições!
A oportuna
reportagem de primeira página do seu jornal(SacolãoBrasil
16) serve, entre outras coisas, para nos lembrar e nos alertar
que as eleições vêm aí.Salve-se quem
puder entre nós, pobres eleitores, já que entre
os candidatos, tudo vai bem, muito bem. Os acordos, achegos, aconchegos
e sabe Deus o que mais, segundo as declarações dos
assim chamados líderes do PAS,UAU,HEI e UAI, revelam que,
embora nanicos e inexpressivos, eles têm ambição
e fome de gigantes. Pobre Brasil. Bertoldo Lameirão
Gomes, Vitória, ES.
Achei
uma delícia a reportagem "Cobras e Lagartos São
Alimentos em Brasília"(Sacolão 14). Além
do humor e da sátira, captados com brilhantismo pelo repórter
Alberto DeSalvo, ficou também um exemplo da trágica
realidade da vida política e do péssimo nível
dos nossos políticos. Eles são mesmo capazes de
engolir qualquer coisa! Mas e quanto a nós, eleitores e
brasileiros, que elegemos essas gente? Suspeito que estamos engolindo
coisas ainda piores. Lívio Ordure, Arapongas, PR
Grande
Tânya!
Cada vez
admiro mais a Tânya Elizabette e sua coluna Calçadas
da Vida. A que saiu na última edição estava
demais! Ela prova que você não precisa ser sociólogo,
filósofo ou qualquer tipo de intelectual para falar a verdade
sobre as mazelas brasileiras.Ao escrever sobre o drama do pobre
Pente Fino, Tânya mostrou um retrato pequeno, mas contundente,
da vida brasileira. Parabéns, Tânya, continue o bom
trabalho. Hans Joseph Gleichmut, Blumenau, SC
Sumba
não!
A propósito
da coluna Livros, assinada pelo Lallo Bloombury, no último
SacolãoBrasil, não tenho a menor idéia onde
fica a tal ilha de Sumba, e nem estou interessado em saber. As
barbaridades relatadas por ele sobre os eventos realizados lá,
durante a tal feira do livro, só podem ser modismos ou
tolices patrocinadas por empresas ávidas de lucro. Dizer,
por exemplo, que o videobook vai substituir o livro é das
maiores asneiras que já ouvi, ainda mais partindo de uma
escritora, felizmente desconhecida para mim. Como escritor, autor
de 12 livros, didáticos, de poesia, ficção,
poema-processo e nouveau roman, todos na segunda edição,
sou exemplo de que o livro de papel está mais vivo que
nunca. João Luiz Courgette, Jequié, BA.
Doces
lembranças
A simpática
e doce Vovó Santinha trouxe de volta em sua coluna, Lembranças,
um inesquecível período da minha vida,nos idos de
1946. Eu tinha 17 anos e como todas nós daquela época
escrevíamos para os astros de Hollywood e eles nos mandavam
fotografias autografadas que guardávamos como se fossem
tesouros valiosos. Meu ídolo e minha paixão era
Gary Cooper, que me mandou nada menos que 12 fotos autografadas!
Pensando nisso, proponho à calorosa Vovó Santinha
que inicie uma correspondência entre todas nós, que
adorávamos cinema naquela época, para que possamos
trocar idéias, fotos e lembranças. Que tal a minha
sugestão? Emerenciana Souza Torres, Matias Barbosa,
MG.
Vovó
Santinha adorou sua idéia, Emerenciana. Agradece a sugestão
e diz que já começou a correspondência sobre
as fotos. É só você e outras escreverem para
ela.
Cadê
a graça?
Para que
vocês não me acusem de inconveniente, chato e outros
adjetivos mais fortes, como já fizeram antes nesta seção,
devo dizer que ouvi cinco pessoas de minha família sobre
o SacolãoBrasil e todos foram unânimes em afirmar
que não acharam a menor graça nele. E agora, como
fica? Willy Esel, Barbacena, MG.
Fica como
sempre esteve, Esel. E quem garante que sua família não
é um bando de chatos mal-humorados como você? A propósito,
convém lembrar o velho ditado: quem sai aos seus não
regenera.
Eis a
graça!
Concordo
com vocês 100%. O tal de Willy Esel é mesmo um grande
chato. Deve ser mal de família, não? Morro de rir
com o Sacolão, e toda a minha família (nove pessoas)
também. Patrício Carlos Mensonge, Transalpina,
AM.
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