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"Pelo
amor de Deus, uma esmolinha de 200 reais. Podem dar, o FHC já
autorizou."
Claudiomir Benvenuto, operário desempregado,
sentado na saída do Congresso e estendendo a mão
para os deputados que aprovaram o novo salário mínimo.
"É
tudo meu, queridinha, de nascença, original, firme e lindo.
Ao contrário de você, sua vaca gorda."
Belinda Lee Sena, atriz, para sua colega de novela,
Laura Johnson Fanicalli, que acusou a primeira de "monte
ambulante de silicone". Em seguida, as duas se atracaram,
em pleno restaurante "Silicon Mall", e foi preciso chamar
a polícia.
"Oh
não! Outra vez!"
Ramiro Boucinhas, farmacêutico aposentado,
ao ser assaltado pela nona vez e no mesmo local, na porta do banco
onde recebe o pagamento da aposentadoria.
"Somos
apenas bons amantes."
René Rível, o galã cínico
da novela "Um Toque, Um Beijo, Um Caso", respondendo
aos repórteres que lhe perguntaram se estava de namoro
sério com sua colega de elenco, Tamara Heloísa Timer.
"O meio de campo, ataque e defesa estão embolados
e vão se complicar cada vez mais. Mas não há
nada que um bom
dinheirinho e um conchavo não resolvam."
Tonico Tosta Meneghetti, ex-deputado federal, cassado,
sobre o excesso de candidatos e pré-candidatos a presidente
do Brasil.
"Cartão
vermelho é para expulsar jogador. Para tirar essa gangue
de campo, só mesmo um juiz de verdade, que vai botar todo
mundo na prisão."
Hermenegildo Lima Filho, o ex -craque Gildinho,
funcionário do Apinagé Atlético Clube, sem
receber salário há cinco meses, criticando os cartolas
do futebol.
"Meu
livro é uma tentativa de relativizar a eterna submissão
ou a contestação entre o eu-aceito e o eu-confronto,
nivelando assim conflitos e indagações que buscam,
nos recônditos do intelecto e da alma, válvulas de
escape para a totalidade absoluta do ser."
Tomás Dickson Rebello Jr, escritor e
filósofo, explicando o tema de seu novo romance, "Eu
Sem Mim", em entrevista no programa de TV Cultura ao Alcance
de Todos.
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