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O
cruel Gêngis Khan era
gay, garante historiador
Por
Ivanildo Gavilán Toledo
Uma das figuras mais temidas que o mundo já conheceu foi
o mongol Gêngis Khan, que viveu entre 1167 e 1227, entre
os maiores e mais sanguinários conquistadores que a história
registra. Mas, por trás de sua selvageria escondia-se um
lado amável, surpreendentemente delicado, e "muito
suspeito", segundo afirma o historiador britânico Bertold
Berryman-Sykes.
Definindo melhor o seu "muito suspeito", Sykes diz que
suas pesquisas históricas sobre o conquistador mongol,
cuja vida estuda há mais de 40 anos, o levaram à
conclusão de que havia um inequívoco "lado
doce, mais do que feminino" nos hábitos e no relacionamento
de Khan.
"Para começar, ele tinha como inseparável ajudante",
diz Sykes, "um jovem turco, chamado Karaman Bolvadin. Curiosamente,
Bolvadin foi feito prisioneiro pelas hordas de Khan, quando assolaram
parte do império turco, onde hoje é o Irã.
Num lugarejo onde todos os habitantes foram sumariamente massacrados,
o único poupado foi exatamente Bolvadin. Ele foi feito
prisioneiro e com tempo foi ganhando a confiança de Gêngis,
que fazia questão de tê-lo sempre a seu lado. Mas
jamais no campo de batalha, e sim nos locais onde o conquistador
descansava de suas cruentas investidas".
Hitler também
O historiador diz que, nas extensas pesquisas que fez, foram encontradas
12 gravuras, bastante rústicas, em que Gêngis aparece
sempre ao lado do mesmo homem, ou seja, Bolvadin. "A prova
definitiva de que havia algo mais entre os dois do que amizade",
afirma Sykes, "é que, numa dessas gravuras, aparecem
o nome de Gêngis Khan e o de Bolvadin, seguido da expressão
bebek güzel", que quer dizer lindo bebê"
em turco. Para um homem, como Khan, de extrema selvageria, que
na época tinha 50 e poucos anos, definir outro, de 28 anos,
como bebê e bonito, é mais do que suspeito.
É prova inquestionável de que o relacionamento entre
os dois era bem mais do que amizade íntima", garante
o historiador.
A conclusão de Berryman-Sykes é mais uma a surpreender
o mundo, envolvendo homossexualismo . Ainda recentemente, outra
descoberta causou grande impacto: a do respeitado historiador
alemão Lothar Machtan, que em seu livro "O Segredo
de Hitler", já lançado em português no
Brasil, garante que o ditador nazista era definitivamente gay.
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