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que eu temia, aconteceu. O SacolãoBrasil, que começou
tão bem, cheio de idéias e humor, começou
a cair logo no segundo exemplar e foi caindo, caindo, caindo,
caindo, caindo, caindo, caindo, caindo, caindo até chegar
no fundo do poço. Uma pena, não? Jânio
Lobo Lima, Campo Grande.
Pena
nenhuma, Jânio, principalmente em se tratando da opinião
de um mentiroso como você. Contamos os "caindo"
do seu e-mail , que chegaram a 9, mais os dois exemplares anteriores.
Total: 11. Deslavado exagero, já que estamos ainda no nono
exemplar. Vá pregar mentira em outro site, seu Pinóquio.
Puxa, vocês do SacolãoBrasil estão cada dia
mais engraçados e criativos! De onde vem tanta inspiração?
Aqui em casa, todos devoram o site , cuja qualidade e humor estão
subindo, subindo, subindo, subindo, subindo, subindo, subindo,
subindo, subindo, subindo, subindo, subindo, subindo. Parabéns
a todos! F.M., São Paulo.
Nada menos que 13 "subindo"! Isso deve calar a boca
de idiotas como o Jânio Lobo Lima. Ficou mudo, seu Jânio?
Eu
gostava muito do folhetim assinado por Esmeralda O'Hara, "As
Ondas Revoltas do Amor". Não perdia um capítulo.
De repente, ela sumiu. O que aconteceu? - Deuslemar Pinto Conde,
Rio de Janeiro.
Aconteceu
o que acontece com os ambiciosos sem limites, Sérvulo.
Quando descobriu que seu folhetim estava entre os mais populares
do SacolãoBrasil, Esmeralda exigiu o triplo do que
ganhava. Caso contrário iria para o SacolãoUSA,
que segundo disse lhe fizera oferta tentadora. Quando descobrimos
que não existe nenhum SacolãoUSA, decidimos suspender
os serviços dela. Mas há chances dela voltar. Mas
só com salário mais baixo, como punição.
Esmeralda está considerando a oferta. Sorry, caro leitor.
Minha
predileta no seu divertidíssimo SacolãoBrasil é
a Tânya Elizabette. Só de ler o nome dela, meu corpo
começa a esquentar, até eu ficar todo aceso. E quando
começo a ler as experiências dela, puxa, aí
é que eu pego fogo de verdade. Será que eu conseguiria
um encontro com ela? Só para conhecê-la, nada mais.
Juro. Reginaldo "Jujuba" Dahmer, Belo Horizonte.
Ora,
vá chupar parafuso, Jujuba. Esse papo é velho. Nossa
Tânya conhece todas as milongas do ramo. Arranje coisa melhor,
malandro.
Sou
atriz, já participei de três filmes nacionais e fui
figurante em "The Botto Strikes", uma produção
americana, rodada no Pará, que ainda não foi exibida
entre nós. Quero denunciar que os produtores deste último,
Robert Spielberg e Steven Schindler, prometeram altos salários
a todos os extras e, um ano depois, não depositaram um
só centavo em nossas contas. Fica aqui a denúncia,
neste corajoso jornal. Aguardamos providências. Salette
Colbert e mais oito assinaturas, Belém, PA.
Entramos
em contato com a sociedade dos produtores de Hollywood e a resposta
foi que nunca ouviram falar nesses dois produtores que você
menciona, Salette. Perdoe a ironia, mas achamos que esse tal botto
foi pro brejo.
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