"Quero agradecer a reportagem sobre os catadores de lixo, publicada no Sacolão Brasil 2. Embora não seja da classe média, sou pobre mesmo, e eu e minha mulher vivemos do que encontramos no lixão. Mas depois que meu nome apareceu na reportagem, a vida ficou melhor pra nós. Agora já podemos procurar coisas na parte melhor do lixão, do outro lado do Buraco da Princesa. Obrigado a vocês." Cipião Eronides da Fonseca, São Paulo.

Não há o que agradecer, Cipião. Uma das missões do nosso jornal é ajudar os menos favorecidos


"Minha pergunta foi feita no primeiro exemplar do jornal, mas não tive resposta. Volto a perguntar: de onde saem tantos leitores?" Willy Esel, Rio de Janeiro.

Não seja impertinente, Willy, e continue escrevendo.


"Quem é a pessoa aí do Sacolão que Tânya Elizabette diz que foi caso dela e a convidou para escrever a coluna?" Bruno Galvez, Recife.

Por ordem expressa do nosso diretor, não podemos fornecer esse tipo de
informação.


"Uma delícia a coluna da Vovó Santinha. Cheia de calor humano e nostalgia. De onde ela vem?" Martiniano Corbini, Porto Alegre.

Da casa dela. Viaja de ônibus com a neta até a redação, entrega a coluna(ainda escrita a caneta) e volta.


"Li estupefato a coluna de música, assinada por um certo Dado "Ringo" Miller. Não entendi nada, pois foi escrita em linguagem que não a vernacular. São macaquices americanas como essa que busco erradicar de nossa imprensa." Deputado Valdo Martins Rebelo, Brasília.

Dado Miller, por sinal, filho de um dos nossos maiores filólogos, usa pseudônimo, por causa do pai, e lhe envia um recado: Fique cool, deputado, e top, top, up, up para o senhor também.


"Queria saber se o jornal está agradando e se na estréia congestionou a Internet." Geraldo Mentim Arruda, Belo Horizonte.

Está agradando a gregos e troianos, jovens e velhos. Basta dizer que o exemplar de estréia provocou engarrafamentos de até 18 quilômetros na infovia.