| "A
preocupação do Sacolão Brasil com a sátira
pelo prazer da sátira pode fazer com que a verdade e a
realidade sejam esquecidas. Sobre a matéria "Veiztibular
dá nota zero a vereadores", embora não tenha
citado meu nome, fui um dos que participaram da prova. Confesso
que errei a maior parte das questões, e daí?
Se por algum motivo eu não for eleito, vocês serão
os culpados." - Gardênio Cafulotto, candidato
a vereador - São Paulo.
Errando questões
primárias como a do vestibular, estamos torcendo para que
o senhor não tenha sido eleito. Qualquer garoto da primeira
série acertaria tudo, sr. Cafulotto. Mas crianças,
como se sabe, não podem se candidatar a cargos políticos.
Uma pena, não?
"Adorei
a Tânya Elizabette e sua coluna, a primeira que leio quando
entro no Sacolão Brasil. Mas tenho um palpite: acho que
sei quem ela é. Pelo que contou, foi miss numa cidade do
interior e juntando os pedaços que ela disse, acho que
matei a charada. Sabe da maior? Acho que a Tânya foi uma
namorada que eu tive, a mais assanhada de todas" - Basílio
Portonillo, Araraquara, SP.
A nossa Tânya
manda dizer que não é quem você pensa. Não
é assanhada e nunca namorou ninguém com o nome de
Basílio. Não seria Maurílio? Continue tentando,
meu caro.
"Fiquei
ligadão na Tânya Elizabette. Que calçada que
ela freqüenta? Vou até lá correndo." -
Damião Garrido, São Paulo.
São as calçadas
da vida, Damião. Nem Maria Madalena saberia dizer.
"Rolei de
rir com o Sacolão. Mas minha mulher não achou graça
nenhuma." - Gaspar Benitez Lima, Rio de Janeiro.
Ela não
achou graça no Sacolão ou em você?
"Lamento,
mas vocês do Sacolão me lembram a velha piada do
cara que dizia 'adoro bater a cabeça na parede, quando
eu paro é uma delícia' Quando paro de ler vocês
é um alívio." - Carmo Bento, Porto Alegre.
O Sacolão
é liberal, Carmo, aceita tudo e todos, até sadomasoquistas
como você. Mas cuidado, não bata muito a cabeça,
pode diluir seus 11 neurônios.
"Li e reli
seu jornal várias vezes e continuo procurando a graça.
Onde ela está?"- João Luiz Reis, Rio
de Janeiro.
Citando os Beatles,
João, "here, there and everywhere".
"Humor e
sátira, eis o que os brasileiros querem. Viva!"
- Inácio Araújo Gama, São Paulo.
Viva!
"Achei uma
grande sacada o crítico de cinema Jean-François
Silva, com aquele linguajar empolado, gaulês e pedante,
que descobre simbologia até num gato morto ou num tamanco
velho, lembram-se?. Nossa imprensa está cheia desses chatos
pretensiosos. Quero mais Jean-François, para a gente ver
como são uns sacos de falsa cultura." - Bob Merrill
Armitage, Rio de Janeiro.
Nosso Jean-François
Silva manda dizer que, pelo nome, você deve ser americano
e, pior, de Hollywood.
"O melhor
de tudo é a seção "Vida Mansa",
típica da nossa gente, da nossa malandragem. Mas o autor,
Lauro Vitamolle Affamato, não tem nome de brasileiro. De
onde ele é?" -Luigi Trovajoli Mancini, Belo
Horizonte.
É italiano,
mas mora há mais de 30 anos no Brasil. Onde, naturalmente,
aprendeu a vida mansa.
|