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O
primeiro romance de sexo da Internet!!!
"As Ondas Revoltas do Amor"
Por
Esmeralda O'Hara
Capítulo
1
Não
era uma noite escura e tenebrosa, ao contrário, era clara,
límpida, perfumada e enluarada. A lua brilhava tanto que
banhava com sua luz forte e azulada a areia da praia, tornando-a
ainda mais branca do que era. Na varanda de sua magnífica
mansão à beira-mar, Joseph Lime discutia com o amigo
e sócio, Orson Graham, outra transação milionária,
que, tão logo concretizada, faria os dois mais ricos ainda
do que já eram.
Nos
seus 37 anos, Lime, um milionário alto, moreno, eternamente
bronzeado de sol, não importa a época do ano, já
deixara para trás três casamentos e abatera incontável
número de mulheres, que conquistara apenas com um olhar,
a bela aparência e, naturalmente, sua fortuna. Sua fama,
justificada, de sofisticado e suave conquistador internacional,
o seguia aonde quer que fosse e era alardeada constantemente nas
colunas sociais de jornais e revistas do mundo todo.
Mas
naquele fim de semana, tudo o que Lime queria era descansar à
beira-mar e esquecer seus muitos negócios na cidade. Não
convidara nenhuma mulher para a ocasião, pois seu amigo
Orson prometera aparecer para discutir um negócio inesperado
envolvendo milhões de dólares.
Bebiam
champanhe, conversavam, às vezes seriamente, outras vezes
lembrando alegre e maliciosamente suas conquistas amorosas quando,
subitamente, Lime pareceu ter o olhar petrificado. Interrompeu
o que dizia no meio da frase, como que subitamente hipnotizado,
impossibilitado de falar. Orson se assustou, perguntou o que acontecia
e após intermináveis segundos, Lime conseguiu sair
do transe, apontou para a praia e balbuciou apenas "Ve-ve-ja".
A
pouco mais de 50 metros, caminhando na direção da
casa, viram o que lhes pareceu um anjo emoldurado pela noite cheia
de luz e perfume da natureza. Tinha longos cabelos louros até
quase a cintura, o corpo, maravilhoso, realçado em seus
contornos perfeitos pelo luar, era algo que nunca tinham visto.
Ela era jovem, linda e estava nua, divinamente nua. (Continua)
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